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Vereadora Lirvani Storch organiza palestras para alunos de Escolas Estaduais sobre o filme Rio da Dú

Nessa segunda-Feira (14) a vereadora Lirvani Storch em parceria com o produtor e roteirista do filme Mario César Cabral Marques organizaram palestras para alunos da Escola Sete de Setembro e Jean Piaget para apresentar aos alunos um pouco da história do filme, e que tem muito sobre a história de Rondônia.

Foram duas palestras que ocorreram durante o dia, pela parte da manhã, as turmas da escola Sete de Setembro estiveram no Teatro Municipal onde a palestra aconteceu. E foi durante o período da tarde que a palestra aconteceu na escola Jean Piaget com os alunos do 3° Ano.

O Produtor e Roteirista Mario César também é um grande pesquisador e além de sua palestra, tirou algumas dúvidas de alunos a respeito de Rondon e Roosevelt e a grande expedição do filme “Rio da Dúvida”. A Vereadora aproveitou para agradecer em suas redes sociais os alunos e professores das Escolas Sete de Setembro e Jean Piaget, e ao amigo Mario Cesar Cabral roteirista do filme Rio da Dúvida

Temas das palestras que se encontram também no site do filme:

A História

Roosevelt, contrariando a preocupação com a segurança, externada pelos governos brasileiro e norte-americano, escolheu o itinerário que se apresentava como o mais perigoso: a exploração do rio da Dúvida.Tratava-se de um misterioso rio, que ainda não constava dos mapas de nosso país, pois somente se conhecia a sua nascente, mas se desconheciam o seu curso e onde desaguava.

Foi uma aventura sem precedente em nossa história. Rondon, Roosevelt e seus companheiros passaram por todos os tipos de adversidades: fome; sede; frio das noites geladas; calor dos dias com sol escaldante; tempestades tropicais que inundavam os acampamentos, apodreciam as botas e roupas; ataques de índios;nuvens de mosquitos vorazes; animais e insetos peçonhentos; naufrágios de canoas com perdas de suprimentos e instrumentos de orientação na selva; doenças como febre amarela e malária; acidentes com mortes e até assassinato de um expedicionário. Mas, ao fim de todo esse enorme sacrifício, colocaram no mapa do Brasil um rio antes totalmente desconhecido, pois o que era o rio da Dúvida, passou a ser o rio Roosevelt, uma importante via fluvial, com cerca de 1500 km de extensão, que nasce no município de Vilhena, Rondônia, e deságua no rio Madeira, no estado do Amazonas.

O Filme

Agora, no ano de 2016, quando se passou mais de 1 século do início da Expedição Científica Roosevelt-Rondon (1913-1914), a Barra Filmes, Grupo Casablanca e Memória Civelli, que conta com o irrestrito apoio dos netos de Rondon, graças aos patrocínios da Caixa, Vale,Transpetro e Termo Norte Energia iniciam a produção do documentário de longa metragem ou “aventura-documento” “Rio da Dúvida”.

O foco central do filme é a Expedição Científica Roosevelt-Rondon (1913-1914) na exploração do rio da Dúvida, cujo curso era totalmente desconhecido. E os principais personagens são um misterioso rio no interior da Floresta Amazônica; um coronel do Exército brasileiro que luta pela causa indígena e avança desbravando as inexploradas regiões Centro-Oeste e Norte para implantar o telégrafo, nosso primeiro sistema de telecomunicações; um ex-presidente norte-americano que ganhou o Prêmio Nobel da Paz, mas que almeja ser reconhecido como grande desbravador; um jovem tenente que ao registrar as imagens das expedições de Rondon e os costumes dos indígenas se torna um dos pioneiros da cinematografia nacional. O fio condutor da narrativa é constituído ao se refazer o trajeto da expedição que atravessou regiões do Pantanal, Cerrado e Floresta Amazônica.

A narrativa, em ritmo de aventura, adotando um estilo “telegráfico” e sugerindo um hipotético diário dessa epopeia, mostra as agruras por que passaram Rondon, Roosevelt e seus companheiros. Também os choques e embates provocados pelas personalidades e visões de mundo tão díspares desses dois grandes líderes.

Ao filme será dada uma dimensão operística, através de uma montagem conjugando por cenas vividas por atores com imagens originais da época (início do século XX), muitas ainda inéditas, realizadas pelo tenente Luiz Thomaz Reis-o “cinegrafista de Rondon”e outros pioneiros do cinema e que fazem parte dos acervos da Memória Civelli, reunidos, durante 35 anos de pesquisas pelo cineasta Mario Civelli, que recebeu do próprio Rondon uma carta autorizando-a filmar a vida do Marechal da Paz; Arquivo Nacional; Museu do Índio; Museu Americano de História Natural de Nova York e Biblioteca do Senado Americano com planos de forte sentido sensorial da natureza da Floresta Amazônica.

A trilha sonora , tendo como referência a linguagem operística de Villa-Lobos, incorpora, como contraponto, os cantos dos pássaros e o rugir da onça; o som do facão e das botas abrindo trilhas na selva; o troar das tempestades e das corredeiras ; o som ritmado dos remos dos canoeiros.

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